Notícias Wireless Informações relevantes divulgadas nas principais Revistas e Sites de Notícia envolvendo a tecnologia Wi-Fi.
Opções do Tópico   Trocar para Modo LinearTrocar para Modo HíbridoTrocar para Modo de Tópicos
fredsenai
Junior
Pontos: 1,736, Nível: 16
Pontos: 1,736, Nível: 16 Pontos: 1,736, Nível: 16 Pontos: 1,736, Nível: 16
Nível Acima: 93%, 14 Pontos necessários
Nível Acima: 93% Nível Acima: 93% Nível Acima: 93%
Ativo: 0%
Ativo: 0% Ativo: 0% Ativo: 0%
 
Registrado em: Sep 2007
fredsenai is an unknown quantity at this point Posts: 7
Reputação: 0
Transmissão Síncrona e Assíncrona

A transmissão de caracteres através de uma linha de comunicação pode ser feita por dois diferentes métodos: transmissão síncrona e assíncrona.
Na transmissão síncrona, o intervalo de tempo entre dois caracteres subseqüentes é fixo. Nesse método, os dois dispositivos - transmissor e receptor - são sincronizados, pois existe uma relação direta entre tempo e os caracteres transferidos. Quando não há caracteres a serem transferidos, o transmissor continua enviando caracteres especiais de forma que o intervalo de tempo entre caracteres se mantém constante e o receptor mantém-se sincronizado. No início de uma transmissão síncrona, os relógios dos dispositivos transmissor e receptor são sincronizados através de um string de sincronização e então mantém-se sincronizados por longos períodos de tempo (dependendo da estabilidade dos relógios), podendo transmitir dezenas de milhares de bits antes de terem necessidade de re-sincronizar.
Já na transmissão assíncrona, o intervalo de tempo entre os caracteres não é fixo. Podemos exemplificar com um digitador operando um terminal, não havendo um fluxo homogêneo de caracteres a serem transmitidos. Como o fluxo de caracteres não é homogêneo, não haveria como distinguir a ausência de bits sendo transmitidos de um eventual fluxo de bits zero e o receptor nunca saberia quando virá o próximo caractere, e portanto não teria como identificar o que seria o primeiro bit do caractere. Para resolver esses problemas de transmissão assíncrona, foi padronizado que na ausência de caracteres a serem transmitidos o transmissor mantém a linha sempre no estado 1 (isto é, transmite ininterruptamente bits 1, o que distingue também de linha interrompida). Quando for transmitir um caractere, para permitir que o receptor reconheça o início do caractere, o transmissor insere um bit de partida (start bit) antes de cada caractere. Convenciona-se que esse start bit será um bit zero, interrompendo assim a seqüência de bits 1 que caracteriza a linha livre (idle). Para maior segurança, ao final de cada caractere o transmissor insere um (ou dois, dependendo do padrão adotado) bits de parada (stop bits), convencionando-se serem bits 1 para distinguí-los dos bits de partida. Os bits de informação são transmitidos em intervalos de tempo uniformes entre o start bit e o(s) stop bit(s). Portanto, transmissor e receptor somente estarão sincronizados durante o intervalo de tempo entre os bits de start e stop. A transmissão assíncrona também é conhecida como "start-stop".
A taxa de eficiência de uma transmissão de dados é medida como a relação de número de bits úteis dividido pelo total de bits transmitidos. No método assíncrono, a eficiência é menor que a no método síncrono, uma vez que há necessidade de inserir os bits de partida e parada, de forma que a cada caractere são inseridos de 2 a 3 bits que não contém informação.

Transmissão Simplex, Half-Duplex e Full-Duplex

Uma comunicação é dita simplex quando permite comunicação apenas em um único sentido, tendo em uma extremidade um dispositivo apenas transmissor (transmitter) e do outro um dispositivo apenas receptor (receiver). Não há possibilidade do dispositivo receptor enviar dados ou mesmo sinalizar se os dados foram recebidos corretamente. Transmissões de rádio e televisão são exemplos de transmissão simplex.

Uma comunicação é dita half-duplex (também chamada semi-duplex) quando existem em ambas as extremidades dispositivos que podem transmitir e receber dados, porém não simultaneamente. Durante uma transmissão half-duplex, em determinado instante um dispositivo A será transmissor e o outro B será receptor, em outro instante os papéis podem se inverter. Por exemplo, o dispositivo A poderia transmitir dados que B receberia; em seguida, o sentido da transmissão seria invertido e B transmitiria para A informação se os dados foram corretamente recebidos ou se foram detectados erros de transmissão. A operação de troca de sentido de transmissão entre os dispositivos é chamada de turn-around e o tempo necessário para os dispositivos chavearem entre as funções de transmissor e receptor é chamado de turn-around time. Uma transmissão é dita full-duplex (também chamada apenas duplex) quando dados podem ser transmitidos e recebidos simultaneamente em ambos os sentidos. Poderíamos entender uma linha full-duplex como funcionalmente equivalente a duas linhas simplex, uma em cada direção. Como as transmissões podem ser simultâneas em ambos os sentidos e não existe perda de tempo com turn-around, uma linha full-duplex pode transmitir mais informações por unidade de tempo (maior throughput) que uma linha half-duplex, considerando-se a mesma taxa de transmissão de dados.


Modem

Modem, modulador demodulador, é um dispositivo eletrônico que modula um sinal digital em uma onda analógica, pronta a ser transmitida pela linha telefônica, e que demodula o sinal analógico e o reconverte para o formato digital original. Utilizado para conexão à Internet.
O processo de conversão de sinais binários para analógicos é chamado de modulação/conversão digital-analógico. Quando o sinal é recebido, um outro modem reverte o processo (chamado demodulação). Ambos os modems devem estar trabalhando de acordo com os mesmos padrões, que especificam, entre outras coisas, a velocidade de transmissão (bps, baud, nível e algoritmo de compressão de dados, protocolo, etc).
O prefixo Fax se deve ao fato de que o dispositivo pode ser utilizado para receber e enviar fac-símile.
Tipos de modems

Basicamente, existem modems para acesso discado e banda larga.

Os modems para acesso discado geralmente são instalados internamente no computador (em slots PCI) ou ligados em uma porta serial, enquanto os modems para acesso em banda larga podem ser USB, Wi-Fi ou Ethernet. Os modems ADSL diferem dos modems para acesso discado porque não precisam converter o sinal de digital para analógico e de análogico para digital porque o sinal é transmitido sempre em digital. (ADSL - Asymmetric Digital Subscriber Line)

Download

Taxa de transmisão de dados do modem – Velocidade

É a taxa de transmissão de dados da internet para o host , ela é medida Mbps , mega bits por segundo.
T = tempo de transmissão do arquivo
V = Velocidade medida em segundo.
Q = tamanho do arquivo baixado para o Host
T= Q/V a formula determina o tempo para baixar um arquivo , mas outros fatores influência neste tempo como fluxo de dados transmitido nesta linha.
Exemplo:
A veleocidade de transmissão dependende também do fluxo de dado na linha:
Velocidade da operadora de 1Mbps divide 1000Kbp por 8 Bits dá uma taxa de transferência máxima de 125Kbps.
Velocidade da operadora de 600Kbps = divide 600Kbp por 8 Bits dá dá uma taxa de transferência máxima de 75 Kbps
Velocidade da operadora de 300Kbps = divide 300Kbp por 8 Bits dá dá uma taxa de transferência máxima de 37,5 Kbps

UPdownload

Hub

O hub é um dispositivo que tem a função de interligar os computadores de uma rede local. Sua forma de trabalho é a mais simples se comparado ao switch e ao roteador: o hub recebe dados vindos de um computador e os transmite às outras máquinas. No momento em que isso ocorre, nenhum outro computador consegue enviar sinal. Sua liberação acontece após o sinal anterior ter sido completamente distribuído.
Em um hub é possível ter várias portas, ou seja, entradas para conectar o cabo de rede de cada computador. Geralmente, há aparelhos com 8, 16, 24 e 32 portas. A quantidade varia de acordo com o modelo e o fabricante do equipamento.
Caso o cabo de uma máquina seja desconectado ou apresente algum defeito, a rede não deixa de funcionar, pois é o hub que a "sustenta". Também é possível adicionar um outro hub ao já existente. Por exemplo, nos casos em que um hub tem 8 portas e outro com igual quantidade de entradas foi adquirido para a mesma rede.
Hubs são adequados para redes pequenas e/ou domésticas. Havendo poucos computadores é muito pouco provável que surja algum problema de desempenho.

Switch

O switch é um aparelho muito semelhante ao hub, mas tem uma grande diferença: os dados vindos do computador de origem somente são repassados ao computador de destino. Isso porque os switchs criam uma espécie de canal de comunicação exclusiva entre a origem e o destino. Dessa forma, a rede não fica "presa" a um único computador no envio de informações. Isso aumenta o desempenho da rede já que a comunicação está sempre disponível, exceto quando dois ou mais computadores tentam enviar dados simultaneamente à mesma máquina. Essa característica também diminui a ocorrência de erros (colisões de pacotes, por exemplo).
Assim como no hub, é possível ter várias portas em um switch e a quantidade varia da mesma forma.
O hub está cada vez mais em desuso. Isso porque existe um dispositivo chamado "hub switch" que possui preço parecido com o de um hub convencional. Trata-se de um tipo de switch econômico, geralmente usado para redes com até 24 computadores. Para redes maiores mas que não necessitam de um roteador, os switchs são mais indicados.

Roteadores

O roteador (ou router) é um equipamento utilizado em redes de maior porte. Ele é mais "inteligente" que o switch, pois além de poder fazer a mesma função deste, também tem a capacidade de escolher a melhor rota que um determinado pacote de dados deve seguir para chegar em seu destino. É como se a rede fosse uma cidade grande e o roteador escolhesse os caminhos mais curtos e menos congestionados. Daí o nome de roteador.
Existem basicamente dois tipos de roteadores:
Estáticos: este tipo é mais barato e é focado em escolher sempre o menor caminho para os dados, sem considerar se aquele caminho tem ou não congestionamento;
Dinâmicos: este é mais sofisticado (e conseqüentemente mais caro) e considera se há ou não congestionamento na rede. Ele trabalha para fazer o caminho mais rápido, mesmo que seja o caminho mais longo. De nada adianta utilizar o menor caminho se esse estiver congestionado. Muitos dos roteadores dinâmicos são capazes de fazer compressão de dados para elevar a taxa de transferência.
Os roteadores são capazes de interligar várias redes e geralmente trabalham em conjunto com hubs e switchs. Ainda, podem ser dotados de recursos extras, como firewall, por exemplo.

Bridge ou ponte

Bridge ou ponte, é o termo utilizado em informática para designar um dispositivo que liga duas ou mais redes informáticas que usam protocolos distintos ou iguais, ou dois segmentos da mesma rede que usam o mesmo protocolo, por exemplo ethernet ou token ring.
Uma bridge ignora os protocolos utilizados nos dois segmentos que liga, já que opera a um nível muito baixo do modelo OSI (nível 2); somente envia dados de acordo com o endereço do pacote. Este endereço não é o endereço IP (internet protocol) mas o MAC (media access control) que é único para cada placa de rede. Os únicos dados que são permitidos atravessar uma bridge são dados destinados a endereços válidos no outro lado da ponte. Desta forma é possível utilizar uma bridge para manter um segmento da rede livre dos dados que pertencem a um outro segmento.
Ponte, serve para conectar duas redes distintas, permitindo comunicações entre elas. O bridge pode ser um dispositivo dedicado ou então um PC com duas placas de rede, configurado para executar esta função.

À primeira vista pode parecer que o bridge tem a mesma função de um hub comum, mas as aplicações são bem diferentes. Um hub permite conectar vários PCs, que passam a fazer parte de um único segmento de rede, onde todos os dados transmitidos por um PC são transmitidos a todos, o que diminui o desempenho da rede conforme aumenta o tráfego de dados e a quantidade de PCs. O Bridge permite unir dois ou mais hubs, transformando-os em uma única rede, onde os PCs conectados a cada hub tornam-se um segmento de rede distinto. Isso faz toda a diferença, pois o bridge é capaz de examinar os pacotes e transmitir os pacotes apenas ao destinatário correto, isso previne a saturação da rede, mesmo que existam muitos PCs. As limitações são que o bridge pode conectar apenas redes que utilizem a mesma arquitetura (Ethernet por exemplo) e que utilizem o mesmo protocolo de rede (TCP/IP por exemplo). No máximo é possível juntar uma rede que utilize cabos de par trançado com outra que utilize cabos coaxiais..
Gateway

Pode ser traduzido como "portão de entrada". O gateway pode ser um PC com duas (ou mais) placas de rede, ou um dispositivo dedicado, utilizado para unir duas redes. Existem vários usos possíveis, desde interligar duas redes que utilizam protocolos diferentes, até compartilhar a conexão com a Internet entre várias estações. O endereço do gateway deve ser informado nas propriedades de rede, mas numa rede onde as estações estão configuradas para obter seus endereços automaticamente é possível configurar o servidor DHCP para enviar o endereço do gateway automaticamente.

A estação enviará ao gateway qualquer requisição de endereço que não faça parte da rede local. Se, por exemplo você tiver uma rede com 3 micros, configurados com os endereços 192.168.0.1, 192.168.0.2 e 192.168.0.3, qualquer endereço fora do escopo 192.168.0.x será enviado ao gateway, que se encarregará de acessá-lo na outra rede, ou na Internet e entregar o resultado à estação.

Quando você se conecta à internet através de um provedor de acesso qualquer, você recebe apenas um endereço IP válido. A princípio, isso permitiria que apenas um micro acessasse a web, mas é possível compartilhar a conexão entre vários micros via NAT, opção disponível tanto no Windows quanto no Linux.

Quando você compartilha a conexão entre vários micros, apenas o servidor que está compartilhando a conexão possui um endereço IP válido, só ele "existe" na internet. Todos os demais acessam através dele. O default gateway ou gateway padrão é justamente o micro da rede que tem a conexão, é ele que os outros consultarão quando precisarem acessar qualquer coisa na internet.

Por exemplo, se você montar uma rede doméstica com 4 PCs, usando os endereços IP 192.168.0.1, 192.168.0.2, 192.168.0.3 e 192.168.0.4, e o PC 192.168.0.1 estiver compartilhando o acesso à internet, as outras três estações deverão ser configuradas para utilizar o endereço 192.168.0.1 como gateway padrão

DNS

DNS (Domain Name System - Sistema de Nomes de Domínios) é um sistema de gerenciamento de nomes hierárquico e distribuído operando segundo duas definições:
DNSÉ o método pelo qual os computadores traduzem nomes como Black Box do Brasil Industria e Comercio Ltda em um endereço IP. Isso é feito porque todo tráfego na Internet é baseado em endereços IP e os nomes são mais fáceis para os seres humanos memorizarem.
  • Examinar e atualizar seu banco de dados.
  • Resolver nomes de servidores em endereços de rede (IPs).
O sistema de distribuição de nomes de domínio foi introduzido em 1984 e com ele os nomes de hosts residentes em um banco de dados pôde ser distribuído entre servidores múltiplos, baixando assim a carga em qualquer servidor que provê administração no sistema de nomeação de domínios. Ele baseia-se em nomes hierárquicos e permite a inscrição de vários dados digitados além do nome do host e seu IP. Em virtude do banco de dados de DNS ser distribuído, seu tamanho é ilimitado e o desempenho não degrada tanto quando se adiciona mais servidores nele.
A implementação do Servidor de DNS Microsoft se tornou parte do sistema operacional Windows NT na versão Server 4.0. O DNS passou a ser o serviço de resolução de nomes padrão a partir do Windows 2000 Server Como a maioria das implementações de DNS teve suas raízes nas RFCs 882 e 883, e foi atualizado nas RFCs 1034 e 1035.
O servidor DNS traduz nomes para os endereços IP e endereços IP para nomes respectivos, e permitindo a localização de hosts em um domínio determinado. Num sistema livre o serviço é implementado pelo software BIND. Esse serviço geralmente se encontra localizado no servidor DNS primário.
O servidor DNS secundário é uma espécie de cópia de segurança do servidor DNS primário. Quando não é possível encontrar um domínio através do servidor primário o sistema tenta resolver o nome através do servidor secundário.
Existem 13 servidores DNS raiz no mundo todo e sem eles a Internet não funcionaria. Destes, dez estão localizados nos Estados Unidos da América, um na Ásia e dois na Europa. Para Aumentar a base instalada destes servidores, foram criadas Réplicas localizadas por todo o mundo, inclusive no Brasil desde 2003.
Ou seja, os servidores de diretórios responsáveis por prover informações como nomes e endereços das máquinas são normalmente chamados servidores de nomes. Na Internet, os serviços de nomes usado é o DNS, que apresenta uma arquitetura cliente/servidor, podendo envolver vários servidores DNS na resposta a uma consulta.
As publicações DNS ocorrem com a seguinte periodicidade:
· Domínios: a cada 30 minutos;
· Reverso para blocos IP: a cada 4 horas, às 2h, 6h, 10h, 14h, 18h e 22h.
No caso do registro de um novo domínio ele já estará visível na Internet após a próxima publicação.
No caso da alteração de dados de um domínio, após a próxima publicação, o domínio passará por um período de transição de 24 horas. Durante este período mantenha os servidores DNS anteriores respondendo pelo domínio de maneira consistente com os novos servidores delegados.


Configuração de cabos de rede (4 pares de fios colorido).

O cabo de rede utilizado é o Patch cable CAT 5.

A utilização de cabo de rede não deve ultrapassar a 100 metros ou terá perdas siguinificativas.

Crimpagem de cabo de rede


Cabo simples ou paralelo dito também como Cabo direto (ou patch cable): É utilizado para ligação da placa de rede do Host ao Hub/Switch. O cabo simples é para ligar modem ou router a PC ou PC a hub /Switch. Para se fazer a ligação deste cabo de rede se usa o conector RJ45.
Favoritos
Tags
internet, wireless

Usuários ativos no Tópico: 1 (0 Membros e 1 Visitantes)
 

(Ver Todos Os Membros que leram este tópico: 20
bdsr, dogtou, edmoura72, eyyerton, fulnabalada, jblinux, josebarciela, juarezbonifacio, kryspym, locutor felix, miltonferraz, morganapequena, mrbmon, peribn, rodrigoschiavi, tecnlogica, vianecosmeticos, wbeline, Wsa2007, ziank
Opções do Tópico Modos de Exibição
Modo Linear Modo Linear
Regras para Posts
Você não pode postar novos tópicos
Você não pode postar respostas
Você não pode postar anexos
Você não pode editar seus posts

Código BB está Ligado
Smiles estão Ligado
Código [IMG] está Ligado
Código HTML está Desligado
Trackbacks are Ligado
Pingbacks are Ligado
Refbacks are Ligado

Tópicos Similares
Tópico Tópico Iniciado Por Fórum Respostas Última Mensagem
Protocolos TCP/IP mferreira Help em Redes 9 20-10-09 14:52
[Tutorial] Tutorial sobre NAT jblinux Tutoriais 1 27-09-09 02:17
[Ajuda] Conexão caindo com GTS 78.0454ARB mauriciobc Equipamentos (Outras Marcas) 0 25-08-09 21:15
Hacking Techniques in Wireless Networks mferreira Ethical Hacking :: Wardriving :: Warchalking 0 28-08-07 01:29
Perguntas mais Frequentes mferreira Help em Wireless 4 27-07-07 02:02
Arabic Bulgarian Chinese (Simplified) Chinese (Traditional) Croatian Czech Danish Dutch English Finnish French German Greek Hebrew Hungarian Italian Japanese Korean Norwegian Polish Romanian Russian Serbian Slovak Spanish Swedish Thai Turkish By Hybr!d
Powered by vBulletin®
Copyright © 2007-2009 - Mundo Wi-Fi
Horários baseados na GMT -3. Agora são 16:33.
Inactive Reminders By Icora Web Design

Search Engine Friendly URLs by vBSEO 3.0.0